Contabilidade que não trava a sua próxima rodada
Fator R com folha técnica, exportação de SaaS isenta e investimento contabilizado sem virar imposto: a estrutura certa desde o dia zero — e livros prontos para a due diligence. O diagnóstico gratuito apresenta o comparativo de regimes aplicável ao seu caso.
Três alavancas previstas em lei para revisar sua carga
Qual vale para você depende do estágio, de onde está a receita e da folha. É exatamente isso que o diagnóstico compara.
Time CLT e pró-labore dos founders somam para o Fator R: com 28% do faturamento em folha, a startup fica no Anexo III em vez dos 15,5% do Anexo V.
Receita de clientes no exterior isenta de PIS/Cofins e ISS, com contrato, invoice e nota estruturados do jeito certo — essencial para quem vende global desde o início.
Investimento-anjo e mútuo conversível registrados corretamente não são receita tributável. Livros organizados desde o dia zero aceleram a due diligence da próxima rodada.
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Fazer meu diagnóstico gratuitoStartup: estrutura societária que não trava a rodada
Antes do regime tributário, a startup precisa acertar a estrutura: contrato social com vesting, cláusulas de saída, participação de investidores e, se for o caso, holding dos fundadores. Uma sociedade mal desenhada trava due diligence e atrasa investimento.
No lado fiscal, a maioria começa no Simples (Anexo III ou V, conforme o Fator R) e migra para o Lucro Presumido ou Real conforme o faturamento e a entrada de capital. Investimento-anjo (LC 155/2016) tem tratamento próprio e não conta como receita.
- Contrato social com vesting e cláusulas de saída desde o começo
- Simples (Anexo III/V) → Presumido → Real: pontos de virada calculados
- Aporte de investidor-anjo (LC 155/2016) não é receita e não afeta o limite do Simples
- Stock options e remuneração de fundadores: efeitos fiscais avaliados antes